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Mostrando postagens de Maio 27, 2012

ASPECTOS ECOLÓGICOS EM UMA ÁREA DE MANGUE NA BAIA DO SOL MOSQUEIRO, BELÉM - PA.

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COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS PUBLICA NOTA SOBRE NOVO CÓDIGO

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Os donos do paraíso

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Jânio de Freitas - O EstadãoEm: sosriosdobrasil.blogspot.com/          Coronéis que conduziram o Brasil no século 19 continuam como força política predominante.           OS VETOS a 12 artigos e as 32 alterações que Dilma Rousseff precisou fazer, antes de sancionar, no Código Florestal aprovado pela Câmara só pela quantidade já oferecem uma demonstração importante sobre o poder político e social no Brasil: os "coronéis" do meio rural que conduziram o Brasil político, econômico e social no século 19 continuam, até hoje, por seus sucessores atuais na agricultura e na pecuária, como força politicamente predominante.
          A longa confrontação em torno do projeto de Código Florestal parecera terminada com o texto enfim aprovado no Senado. Nele, não estavam mais a anistia aos desmatadores, a recomposição florestal das margens de rios, as brechas para mais desmatamentos e outras exigências ultraconservadoras dos ruralistas.         O governo vencera no Senado e buscava na Câmara,…

Museu – Estudo aponta a preocupante perda de áreas verdes em Belém

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mosqueiroambiental.blogspot.com/
www.museu-goeldi.br/sobre/NOTICIAS/2011/...
Nos últimos dias, as altas temperaturas têm feito os belenenses sentirem um calor insuportável. Para quem depende de água encanada, mesmo com banho frio para aliviar a quentura no período da tarde, sai do banheiro com a sensação de calor de antes de tentar refrescar-se. Especialistas apontam que a causa está na falta de arborização não só na capital paraense, mas também nos municípios da Região Metropolitana de Belém (RMB). Só para se ter uma ideia, a Faculdade de Geografia e Cartografia da Universidade Federal do Pará (UFPA) desenvolve uma pesquisa intitulada 'Projeto de Estudo e Valorização das Áreas Verdes e Urbanas na Cidade de Belém', iniciada em março deste ano e prevista para ser concluída no próximo mês de dezembro, onde aponta que a capital paraense a cada ano perde um percentual da vegetação e a consequência é o calor constante, algumas vezes, independente de horário. A falta de árvores nas cid…